Criptomoeda já perdeu cerca de 50% desde a máxima histórica e analistas acompanham de perto a região dos US$ 60 mil
O Bitcoin segue pressionado e opera próximo de um dos níveis mais importantes para o mercado: US$ 60 mil. Desde o topo histórico registrado em outubro, a maior criptomoeda do mundo já perdeu cerca de metade do seu valor, enquanto investidores direcionam recursos para ações ligadas à inteligência artificial e para grandes IPOs, como o da SpaceX.
Para analistas técnicos, a faixa dos US$ 60 mil representa um suporte psicológico relevante. Em fevereiro, o ativo encontrou compradores nessa região e conseguiu uma recuperação temporária. Agora, porém, o cenário é mais delicado.
Caso o Bitcoin rompa esse patamar de forma consistente, permanecendo abaixo dele por vários dias e registrando topos e fundos descendentes, o mercado pode começar a mirar a região dos US$ 50 mil, próxima às mínimas observadas em 2024.
Por outro lado, para que o sentimento volte a ficar positivo, a criptomoeda precisaria recuperar níveis técnicos importantes acima das médias móveis de curto e longo prazo, algo que ainda não aconteceu nas últimas tentativas de reação.
O comportamento do Bitcoin nos próximos dias pode definir se o mercado entrará em uma nova fase de queda ou se encontrará força para iniciar uma recuperação mais consistente.